sábado, junho 21, 2003
Esqueci-me de fechar a janela
Ooooops
Acordei com a frase do gato do vizinho a bater-me nas persianas "o sexo e a morte são o preço que o ser vivo paga à máquina evolutiva" fiquei aturdido ao ouvir falar em sexo porque me lembrei de ter esquecido da consulta de quarta-feira no psicanalista (conto sonhos, desejos e vejo euros a voarem pela janela do meu descontentamento) no entanto a Bekas não se queixa!
Quanto à morte, que raio de palavra o bichano escolheu para eriçar os meus otólitos, a morte é um argumento ficcional.
Não gosto de obituários, nem de salas de dissecação (recordam-me estranhas experiências anatomo-fisiológicas das escolas de medicina) e ainda menos de homenagens póstumas.
Não me apetece falar de sexo nem de morte num sábado à tarde, quanto à máquina evolutiva não tenho ideia nenhuma de a ter visto em exposição em nenhuma superfície comercial, terá um design de seios de playmate ou de um ataúde com luzes psicadélicas?
Se a máquina evolutiva necessita de sexo e morte é necessariamente ousada e repetitiva.
Googlei e descobri um artigo interessante sobre populações de ratos mus musculus domesticus do oeste europeu que sofreram alterações do cariótipo com diminuição do número de cromossomas de 38 para 22 devido a fusões robertsonianas.
Vou ver se descubro alguns elementos dessa população de ratos porque devido à diminuição cromossómica (ciclo de vacas magras) podem ser menos ágeis, mais saborosos e menos gordurosos; o que favorecia a conta da farmácia, pois os dislipidémicos estão caros e a elevada taxa de colesterol favorece as doenças cardio-vasculares.
Veio-me à memória o Garwin que contava histórias de Darwinismo nos becos da má fama, em noites de lua nova na cidade outrora cosmopolita. Huuumm recordar é enfrentar de novo o passado e pasme-se desde já, não somos o que fomos!
miauuuuuuuuuuuuuu
Acordei com a frase do gato do vizinho a bater-me nas persianas "o sexo e a morte são o preço que o ser vivo paga à máquina evolutiva" fiquei aturdido ao ouvir falar em sexo porque me lembrei de ter esquecido da consulta de quarta-feira no psicanalista (conto sonhos, desejos e vejo euros a voarem pela janela do meu descontentamento) no entanto a Bekas não se queixa!
Quanto à morte, que raio de palavra o bichano escolheu para eriçar os meus otólitos, a morte é um argumento ficcional.
Não gosto de obituários, nem de salas de dissecação (recordam-me estranhas experiências anatomo-fisiológicas das escolas de medicina) e ainda menos de homenagens póstumas.
Não me apetece falar de sexo nem de morte num sábado à tarde, quanto à máquina evolutiva não tenho ideia nenhuma de a ter visto em exposição em nenhuma superfície comercial, terá um design de seios de playmate ou de um ataúde com luzes psicadélicas?
Se a máquina evolutiva necessita de sexo e morte é necessariamente ousada e repetitiva.
Googlei e descobri um artigo interessante sobre populações de ratos mus musculus domesticus do oeste europeu que sofreram alterações do cariótipo com diminuição do número de cromossomas de 38 para 22 devido a fusões robertsonianas.
Vou ver se descubro alguns elementos dessa população de ratos porque devido à diminuição cromossómica (ciclo de vacas magras) podem ser menos ágeis, mais saborosos e menos gordurosos; o que favorecia a conta da farmácia, pois os dislipidémicos estão caros e a elevada taxa de colesterol favorece as doenças cardio-vasculares.
Veio-me à memória o Garwin que contava histórias de Darwinismo nos becos da má fama, em noites de lua nova na cidade outrora cosmopolita. Huuumm recordar é enfrentar de novo o passado e pasme-se desde já, não somos o que fomos!
miauuuuuuuuuuuuuu
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