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domingo, junho 29, 2003

Sou aquilo que não penso! 

Esta madrugada a Bekas ao despedir-se relembrou-me o que disse ao despir-se "somos aquilo em que pensamos; pensamos o que conseguimos interpretar no corpo, no tecido social, na vigília da consciência". Estranha asserção num corpo nu!

Eu vivo na minha consciência onírica, então, não penso. Não penso, não existo!

Vou descartar-me das balelas filosóficas e salivar-me nas emoções indesejadas.

Ooops, estou intrigado será que ela quis dizer que eu não existo, sou demasiado adúltero para pensar na lei da reciprocidade.

Quando esticar o pernil não terei pensamentos o que invalida o meu juízo final!

Pfum Pfum

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