sexta-feira, julho 04, 2003
Badalos e orelhas moucas
Vilar de Mouros é a Stonehenge do meu verão musical: entre bandas, emoções, churrascos e cervejas torno-me no adolescente que nunca fui.
Todos os dias me atolo nos quilos de CDs , nas toneladas de MP3 um bálsamo para a alma (essa coisa que não existe, mas que obsessivamente citamos) excepto quando provém dos domicílios dos vizinhos.
Quando me dão "música" uso o modo de orelhas moucas e continuo a sinfonia do "faço o que quero".
Quando ouço os Srs. Deputados a dissertarem sobre o estado da nação, desato às gargalhadas, tocam sempre a mesma música!
Até já... Vou badalar a cauda pelas dokas do meu descontentamento.
Todos os dias me atolo nos quilos de CDs , nas toneladas de MP3 um bálsamo para a alma (essa coisa que não existe, mas que obsessivamente citamos) excepto quando provém dos domicílios dos vizinhos.
Quando me dão "música" uso o modo de orelhas moucas e continuo a sinfonia do "faço o que quero".
Quando ouço os Srs. Deputados a dissertarem sobre o estado da nação, desato às gargalhadas, tocam sempre a mesma música!
Até já... Vou badalar a cauda pelas dokas do meu descontentamento.
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