quinta-feira, julho 03, 2003
Estou completamente siderado
As investigações do neurologista Prof. John Lorber, University de Sheffield, são deveras desconcertantes para o mundo científico e eu estou completamente pasmado ( horas a fio a desfiar compêndios de neuro-anatomia e uma possibilidade desta é um sismo de razoável intensidade), as investigações do professor conduziram à identificação de algumas centenas de pessoas com uma reduzida quantidade de massa encefálica nos respectivos hemisférios cerebrais e alguns até não tinham cérebro detectável, mas o inacreditável é que possuíam actividade psicomotora e intelectual normal, em alguns pacientes o coeficiente intelectual era elevado (o exemplo do estudante de Sheffield com QI de 126, que era um brilhante aluno de matemática, quando foi examinado TAC-scan, descobriu-se que virtualmente não tinha cérebro, o que não o impediu de fazer e ter uma vida normal e obter louvor no seu curso superior de matemática. Estranha redundância do cérebro, com diminuta matéria encefálica produzir este espantoso prodígio.
O que será a mente humana?
O Dr. Rupert Sheldrake considera o cérebro como um rádio capaz de sintonizar as suas memórias através de uma espécie de ressonância mórfica .
Ou estaremos perante aquela velha teoria que o cérebro humano apenas usa e abusa de 10% da sua capacidade total.
Estou perplexo porque esta possibilidade de usar o mínimo de tecido cerebral e ter vida normal, era uma das coisas que eu achava não ser viável...Talvez a ciência do amanhã resolva este paradoxo e restitua a esperança a milhares de humanos que sofrem acidentes vasculares cerebrais e outros traumatismos cranianos.
Tenho o meu tecido cerebral por inteiro e no entanto sinto-me terrivelmente estúpido!
O que será a mente humana?
O Dr. Rupert Sheldrake considera o cérebro como um rádio capaz de sintonizar as suas memórias através de uma espécie de ressonância mórfica .
Ou estaremos perante aquela velha teoria que o cérebro humano apenas usa e abusa de 10% da sua capacidade total.
Estou perplexo porque esta possibilidade de usar o mínimo de tecido cerebral e ter vida normal, era uma das coisas que eu achava não ser viável...Talvez a ciência do amanhã resolva este paradoxo e restitua a esperança a milhares de humanos que sofrem acidentes vasculares cerebrais e outros traumatismos cranianos.
Tenho o meu tecido cerebral por inteiro e no entanto sinto-me terrivelmente estúpido!
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