domingo, julho 13, 2003
Fobias e labirintos
Estou num labirinto de Dédalo, percorro os corredores do quotidiano e procuro, avidamente, a saída deste espaço claustrofóbico, não tenho nenhum fio de Ariadne só me resta o voo vertical do pássaro imaginário para me evadir desta rotina cretense.
Devemos viver o dia a dia com o sorriso possível e o amor declarado na periferia dos corpos. Vou semear girassóis no meu terraço e a primavera vai chegar noutro dia qualquer.
Devemos viver o dia a dia com o sorriso possível e o amor declarado na periferia dos corpos. Vou semear girassóis no meu terraço e a primavera vai chegar noutro dia qualquer.
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