segunda-feira, julho 14, 2003
Sinistros números
Os números da sinistralidade nas estradas portuguesas são uma imagem carpenteriana da realidade de comportamentos alterados pelo álcool, pela associação de fármacos, pelos ódios, pelo stress epidémico deste ter de estar, por ter de fazer isto e aquilo, pela diminuição da acuidade de vigilância, pelas noites mal dormidas e sonhos interrompidos.
O acontecer faz de qualquer um o alvo, a vida transforma-se num adeus e os sobreviventes desta fogueira aleatória continuam a tentar responder às mil e uma solicitações da sociedade moderna.
Ninguém pode ser considerado culpado porque somos todos dotados de estados dinâmicos de consciência e inconsciência, afinal somos potenciais vítimas de acidentes e incidentes.
O céu pode ser a minha cor preferida ou o último sonho de alguém, sou o excesso da minha insatisfação e não paro de rodopiar nas vinte e quatro horas da vida de um gato...
O acontecer faz de qualquer um o alvo, a vida transforma-se num adeus e os sobreviventes desta fogueira aleatória continuam a tentar responder às mil e uma solicitações da sociedade moderna.
Ninguém pode ser considerado culpado porque somos todos dotados de estados dinâmicos de consciência e inconsciência, afinal somos potenciais vítimas de acidentes e incidentes.
O céu pode ser a minha cor preferida ou o último sonho de alguém, sou o excesso da minha insatisfação e não paro de rodopiar nas vinte e quatro horas da vida de um gato...
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