quinta-feira, outubro 02, 2003
O direito de Ser e de Ter
Será que as rochas, os mares, as árvores têm direitos?
Quando penso em direitos humanos estremeço na dor profunda de quantos estão aprisionados em celas, em conceitos, em drogas, em vícios, em sofrimentos de dor terminal (a eutanásia fica para depois) e fico especado diante de artigos de código de ética social. Hum precisamos de inventar novas formas de amar para que não seja necessário escrever leis e petições em nome de uns e de outros.
Quanto aos direitos dos animais, nem vou dizer coisa nenhuma porque se não somos capazes de respeitar a nossa própria espécie, o que fazemos às outras espécies pouca importância tem para a maioria dos humanos.
A ecologia não é uma árvore centenária, nem um poema hippie é uma ciência que precisa urgentemente da boa vontade de todos nós.
O imposto de poluição até podia ser aguentado, se fosse investido o capital colectado no processo da reciclagem, na preservação de linhas de água, na protecção de águas subterrâneas, nas energias alternativas, na criação de espaços verdes, em programas de biodiversidade, etc. (hum parece que só vai servir para sancionar o excedente de poluição nacional em relação ao protocolo de Quioto).
Vou ensacar o lixo verde (jornais, plásticos e os cacos do copo que acabou de se estatelar no meio do chão) e vou em viagem até ao reciclão mais próximo.
Quando penso em direitos humanos estremeço na dor profunda de quantos estão aprisionados em celas, em conceitos, em drogas, em vícios, em sofrimentos de dor terminal (a eutanásia fica para depois) e fico especado diante de artigos de código de ética social. Hum precisamos de inventar novas formas de amar para que não seja necessário escrever leis e petições em nome de uns e de outros.
Quanto aos direitos dos animais, nem vou dizer coisa nenhuma porque se não somos capazes de respeitar a nossa própria espécie, o que fazemos às outras espécies pouca importância tem para a maioria dos humanos.
A ecologia não é uma árvore centenária, nem um poema hippie é uma ciência que precisa urgentemente da boa vontade de todos nós.
O imposto de poluição até podia ser aguentado, se fosse investido o capital colectado no processo da reciclagem, na preservação de linhas de água, na protecção de águas subterrâneas, nas energias alternativas, na criação de espaços verdes, em programas de biodiversidade, etc. (hum parece que só vai servir para sancionar o excedente de poluição nacional em relação ao protocolo de Quioto).
Vou ensacar o lixo verde (jornais, plásticos e os cacos do copo que acabou de se estatelar no meio do chão) e vou em viagem até ao reciclão mais próximo.
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