terça-feira, outubro 14, 2003
Serendipias
É engraçado que nunca tenha lido o conto de Hugh Valpole (1764) Os três príncipes de Serendip em que se narram as descobertas de três príncipes do exótico reino de Serendip através da sagacidade e no entanto uso a palavra serendipia pela curiosidade das múltiplas invenções humanas, afinal de contas tudo procede de um outro pensamento.
Descobrir qualquer coisa através de uma avaliação sagaz pode criar serendipias notáveis, como por exemplo a descoberta da bactéria Helicobacter pylori (as úlceras de estômago não precisam de leite, mas sim de antibiótico), a descoberta dos Raios X, a electricidade animal posta em evidência por Galvani, a Pedra da Roseta que um soldado de Napoleão teve o discernimento de considerar uma obra de arte, etc.
Na actividade científica ocorrem eventos serendípicos que mudam a observação dos fenómenos de uma forma única, irrepetível e tornam o mundo numa admirável caixa de surpresas.
As casualidades a tocarem o limite do impossível, no entanto acontecem e são simplesmente serindipias.
Descobrir qualquer coisa através de uma avaliação sagaz pode criar serendipias notáveis, como por exemplo a descoberta da bactéria Helicobacter pylori (as úlceras de estômago não precisam de leite, mas sim de antibiótico), a descoberta dos Raios X, a electricidade animal posta em evidência por Galvani, a Pedra da Roseta que um soldado de Napoleão teve o discernimento de considerar uma obra de arte, etc.
Na actividade científica ocorrem eventos serendípicos que mudam a observação dos fenómenos de uma forma única, irrepetível e tornam o mundo numa admirável caixa de surpresas.
As casualidades a tocarem o limite do impossível, no entanto acontecem e são simplesmente serindipias.
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