quarta-feira, novembro 26, 2003
A queda de um imperador
A epigenética começa a ter um papel de relevo no modelo de hereditariedade sem genes. No mundo celular são inextricáveis os eventos metabólicos e torna-se complicado dizer quem controla isto ou aquilo e quem faz aquilo e isto. O todo poderoso DNA deixa de ser o imperador genético e as histonas, RNAi, DNAmt, pseudogenes e intrões tem a sua representação democrática no parlamento biológico. Não existe uma só voz pluripotencial (DNA) mas o coro de uma república de entidades proteicas que regem o reino biótico.
As histonas são programas de descompressão do DNA e as metilações são a predestinação dos genes.
As secretas relações entre o DNAmt e o DNA nuclear são uma das chaves encriptadas para o normal funcionamento das células e um grupo de trinta genes está implicado nesta tramóia de top secret.
Penso que estamos na pré-história da genética e quando chegarmos à idade do bronze veremos que as pinturas rupestres eram somente a expressão de uma arte absolutaemnte ubíqua e as quimeras serão avatares num tempo sem história.
As histonas são programas de descompressão do DNA e as metilações são a predestinação dos genes.
As secretas relações entre o DNAmt e o DNA nuclear são uma das chaves encriptadas para o normal funcionamento das células e um grupo de trinta genes está implicado nesta tramóia de top secret.
Penso que estamos na pré-história da genética e quando chegarmos à idade do bronze veremos que as pinturas rupestres eram somente a expressão de uma arte absolutaemnte ubíqua e as quimeras serão avatares num tempo sem história.
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