sábado, janeiro 24, 2004
Recompensas e Macacos
Os humanos vão descobrindo de experiência em experiência que afinal não têm o exclusivismo do senso comum e do sentido da justiça, os cientistas Sarah F. Brosnan e Frans B. M. de Waal, da Emory University provaram que os macacos-prego foram alvo de uma experiência que envolvia alimentos e pedras reagiam à injustiça das situações criadas e chegavam mesmo a não comer as rodelas de peninos ou mesmo atirá-las para fora da cela, então os primatas têm um sentido de justiça inato, afinal não inventámos a justiça, apenas o seu modus operandis é diferente, mas pode explicar aquilo que os economistas não compreendiam quando alguém recusa uma dada recompensa por achar injusto ou inadequado às suas aspirações; então entra em jogo o factor emocional nesta história de juízos e de juízes.
Os primatas têm emoções e são apenas os nossos ancestrais com um bug de comunicação, não fizeram o upgrade adequado, no entanto somos a continuidade do seu sucesso evolutivo.
As greves obedecem ao sistema da recusa da recompensa e os governos brincam com os agentes da recusa como se fosse de outra natureza e afinal é tudo uma questão emocional!
Ora há macacos privilegiados e os macacos que na corda bamba vão fazendo girar o circo da vida.
Hoje recuso-me a comer bananas, porque nesta república as bananas estão decadentes!
Os primatas têm emoções e são apenas os nossos ancestrais com um bug de comunicação, não fizeram o upgrade adequado, no entanto somos a continuidade do seu sucesso evolutivo.
As greves obedecem ao sistema da recusa da recompensa e os governos brincam com os agentes da recusa como se fosse de outra natureza e afinal é tudo uma questão emocional!
Ora há macacos privilegiados e os macacos que na corda bamba vão fazendo girar o circo da vida.
Hoje recuso-me a comer bananas, porque nesta república as bananas estão decadentes!
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