domingo, janeiro 25, 2004
Simplesmente tristeza
Hum a vida é um enigma, mas a emoção sobe pela nossa percepção das coisas quando vemos um jovem de 24 anos, cheio de vida e de alegria cair por inteiro no relvado dum estádio de futebol, assistiu-se em directo a um drama de vida, o jogador de futebol (Benfica), Miklos Fehér, perde a vida com um sorriso nos lábios; uma paragem cardio respiratória que ceifou todos os sonhos de um jovem.
Eu sei que a morte é um evento lógico e inevitável, mas mesmo assim nunca me consigo distanciar de uma infinita tristeza perante as perdas humanas e quando se está na flor da vida ficam somente lágrimas e uma revolta de não poder evitar tais acontecimentos.
Talvez se compreendam os sonhos daqueles que buscam a imortalidade, é nestes momentos que chegamos a perceber a sua ânsia de erradicar o sofrimento do adeus irreversível.
Miklos Fehér estejas onde estiveres, talvez num jardim da eternidade, sê feliz!
Afinal Colin Powell admitiu que o regime de Saddam Hussein não estaria na posse de armas de destruição massiva, argumento que foi ostentado como cavalo de batalha e que foi politicamente reconhecido como argumento inválido no palco real de uma guerra que já foi. Reconhecer a evidência dos factos não traz solução para os problemas do dia a dia do povo iraquiano e dos jovens militares americanos que regressam a casa tapados com a honra de uma bandeira.
É tempo de tentar diminuir o sofrimento colectivo da humanidade!
Eu sei que a morte é um evento lógico e inevitável, mas mesmo assim nunca me consigo distanciar de uma infinita tristeza perante as perdas humanas e quando se está na flor da vida ficam somente lágrimas e uma revolta de não poder evitar tais acontecimentos.
Talvez se compreendam os sonhos daqueles que buscam a imortalidade, é nestes momentos que chegamos a perceber a sua ânsia de erradicar o sofrimento do adeus irreversível.
Miklos Fehér estejas onde estiveres, talvez num jardim da eternidade, sê feliz!
Afinal Colin Powell admitiu que o regime de Saddam Hussein não estaria na posse de armas de destruição massiva, argumento que foi ostentado como cavalo de batalha e que foi politicamente reconhecido como argumento inválido no palco real de uma guerra que já foi. Reconhecer a evidência dos factos não traz solução para os problemas do dia a dia do povo iraquiano e dos jovens militares americanos que regressam a casa tapados com a honra de uma bandeira.
É tempo de tentar diminuir o sofrimento colectivo da humanidade!
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