segunda-feira, janeiro 12, 2004
Uma mão cheia de extinções
A Terra já foi assolada por inúmeras catástrofes e não foram necessárias profecias nem anticristos, simplesmente aconteceram!
Já ocorreram cinco grandes extinções biológicas, a primeira surgiu à 440 milhões de anos no período denominado Ordovícico, atingiu massivamente criaturas oceânicas que viviam em águas superficiais, enquanto que as espécies que habitavam as profundidades resistiram à extinção, o que leva os astrónomos a teorizar sobre o possível bombardeamento de raios gama sobre o planeta azul (normalmente são as supernovas que emitem um turbilhão de raios gama) e a radiação podia ter sido o gatilho da idade do gelo.
Na era do Devónico (330 milhões de anos) 60% das espécies biológicas terrestres foram dizimadas por um súbito mau humor cósmico sem explicação aparente o pesadelo reapareceu com uma violência inusitada no período Pérmico (250 milhões de anos) que pulverizou 90% da biologia terrestre, as tréguas mantiveram-se uns milhões de anos e no período tardio do Triásico (220 milhões de anos) as coisas ficaram pela metade, deve ser neste período que nasceu a teoria das probabilidades, o modelo de destruição deve ter sido experimental porque no período do Cretáceo Terciário (65 milhões de anos) metade da massa vivente foi-se num ápice e terminou o parque jurássico.
Os fósseis contam-nos histórias admiráveis de uma viagem planetária e hoje somos os narradores de eventos perdidos no tempo, mas foram as sucessivas extinções que nos permitiram criar lendas e narrativas.
Os intervalos de tempo entre as extinções dão-nos uma oportunidade de tentar compreender os mistérios do Universo, talvez nos tornemos fósseis na próxima extinção mas entretanto espalhámos a notícia pelo Cosmos. Hehehehe
Já ocorreram cinco grandes extinções biológicas, a primeira surgiu à 440 milhões de anos no período denominado Ordovícico, atingiu massivamente criaturas oceânicas que viviam em águas superficiais, enquanto que as espécies que habitavam as profundidades resistiram à extinção, o que leva os astrónomos a teorizar sobre o possível bombardeamento de raios gama sobre o planeta azul (normalmente são as supernovas que emitem um turbilhão de raios gama) e a radiação podia ter sido o gatilho da idade do gelo.
Na era do Devónico (330 milhões de anos) 60% das espécies biológicas terrestres foram dizimadas por um súbito mau humor cósmico sem explicação aparente o pesadelo reapareceu com uma violência inusitada no período Pérmico (250 milhões de anos) que pulverizou 90% da biologia terrestre, as tréguas mantiveram-se uns milhões de anos e no período tardio do Triásico (220 milhões de anos) as coisas ficaram pela metade, deve ser neste período que nasceu a teoria das probabilidades, o modelo de destruição deve ter sido experimental porque no período do Cretáceo Terciário (65 milhões de anos) metade da massa vivente foi-se num ápice e terminou o parque jurássico.
Os fósseis contam-nos histórias admiráveis de uma viagem planetária e hoje somos os narradores de eventos perdidos no tempo, mas foram as sucessivas extinções que nos permitiram criar lendas e narrativas.
Os intervalos de tempo entre as extinções dão-nos uma oportunidade de tentar compreender os mistérios do Universo, talvez nos tornemos fósseis na próxima extinção mas entretanto espalhámos a notícia pelo Cosmos. Hehehehe
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