quinta-feira, janeiro 08, 2004
Uma questão de Buracos
Os buracos negros têm uma atracção fatal pela matéria, um redemoinho de voragem que reduz a matéria a quarks invisíveis. Se considerarmos como uma singularidade um determinado buraco negro que tudo engole e tudo retém, também podemos imaginar que a um dado momento ocorre uma metamorfose energética no núcleo desse mesmo buraco negro que se transforma numa singularidade de buraco branco e toda a matéria contida é expulsa numa explosão que poderíamos chamar Universo.
O Big Bang pode ter sido a expressão artística da singularidade da metamorfose dos Buracos!
Afinal de contas teorizar é um expediente que a imaginação usa para tornar a percepção do evento suportável à escala hominídea.
As equações matemáticas da teoria da relatividade provocam-me vertigens, acho que me afundo num buraco de estranha ignorância, mas os neurónios de gato não chegam ao diferencial da questão. A minha ignorância é perpendicular aos catetos da insatisfação, embora estar insatisfeito significa estar vivo, estar vivo é procurar algo invulgar ou demasiado vulgar e o Big Bang não se preocupa com teorias humanas.
Veio-me à memória o ideograma Ying Yang não como símbolo dualista, mas como a representação de um par de forças complementares que actua incessantemente no universo, se existem buracos negros também há a probabilidade de existirem buracos brancos, ou talvez seja tudo uma questão de buracos!
O Big Bang pode ter sido a expressão artística da singularidade da metamorfose dos Buracos!
Afinal de contas teorizar é um expediente que a imaginação usa para tornar a percepção do evento suportável à escala hominídea.
As equações matemáticas da teoria da relatividade provocam-me vertigens, acho que me afundo num buraco de estranha ignorância, mas os neurónios de gato não chegam ao diferencial da questão. A minha ignorância é perpendicular aos catetos da insatisfação, embora estar insatisfeito significa estar vivo, estar vivo é procurar algo invulgar ou demasiado vulgar e o Big Bang não se preocupa com teorias humanas.
Veio-me à memória o ideograma Ying Yang não como símbolo dualista, mas como a representação de um par de forças complementares que actua incessantemente no universo, se existem buracos negros também há a probabilidade de existirem buracos brancos, ou talvez seja tudo uma questão de buracos!
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