domingo, fevereiro 29, 2004
Noites brancas
A noite dos Óscares faz-me pensar nos filmes inéditos de cada vida; somos realizadores, actores e argumentistas dos nossos pequenos filmes, usamos o guião da originalidade, do genoma e do ambiente para criarmos os cenários adequados às nossas fantasias; somos irremediavelmente cinéfilos dos filmes dos outros e quantas vezes a nossa realidade é a ficção de outrem e vice-versa.
Somos voyeurs de cenas pessoais num colectivo holográfico e as estatuetas que conseguimos ao longo dos anos são os troféus do desejo colectivo do ser!
Nas noites brancas de mais um filme inacabado a simplicidade do coração de Frodo criará um ícone de inocência; enquanto a madrugada chega fico quieto a ver frames de um tempo perdido!
Somos voyeurs de cenas pessoais num colectivo holográfico e as estatuetas que conseguimos ao longo dos anos são os troféus do desejo colectivo do ser!
Nas noites brancas de mais um filme inacabado a simplicidade do coração de Frodo criará um ícone de inocência; enquanto a madrugada chega fico quieto a ver frames de um tempo perdido!
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