quarta-feira, fevereiro 11, 2004
Pensamentos indesejados
"Three million kids have suicidal thoughts. They seem to be part and parcel of the adolescent experience"
Harold Koplewicz (NYU Child Study Center)
Vivemos na era da sociedade da informação e do conhecimento, mas continuamos rodeados nos velhos problemas de sempre, a desertificação das emoções, as crianças pertencentes às classes mais ou menos ricas são apanhadas nesta correria de horários compulsivos, de modelos publicitários e atracções televisivas; vivem com mil e um confortos materiais, embora muitas vezes vivam numa profunda solidão interior, porque muitas vezes os progenitores não possuem o tempo útil para contar aquela história, para conhecer as fantasias do imaginário dos seus filhos, muitas vezes a sociedade sonega-lhes o tempo para desfrutarem das suas crianças, entrámos numa correria de euros e dólares enquanto os diálogos em família ficam adiados sine die, os solilóquios infantis repousam no silêncio dos quartos e quando os problemas surgem recorre-se aos terapeutas, aos antidepressivos, a mil e uma desculpas para remediar a ausência daqueles momentos especiais que fazem parte de qualquer infância. O reconhecimento social de pensamentos suicidas em crianças deve ser um motivo prioritário de reflexão social; afinal as crianças de hoje serão o tecido social da sociedade futura.
Enquanto crianças vivem na miséria material, outras vivem num deserto emocional é urgente que a espécie humana olhe para as suas crias com a ternura suficiente de transformar a sociedade numa alternativa afectiva.
Ooops vou continuar a instalar programas e favoritos no computador novo, porque todos os anos é preciso fazer up grades, porque processadores lentos dão-me cabo da paciência, daqui a uns anos a velocidade de processamento do CPU vai chegar aos
20 Gigas e o meu cérebro continua a lesma de sempre...hehehe.
Harold Koplewicz (NYU Child Study Center)
Vivemos na era da sociedade da informação e do conhecimento, mas continuamos rodeados nos velhos problemas de sempre, a desertificação das emoções, as crianças pertencentes às classes mais ou menos ricas são apanhadas nesta correria de horários compulsivos, de modelos publicitários e atracções televisivas; vivem com mil e um confortos materiais, embora muitas vezes vivam numa profunda solidão interior, porque muitas vezes os progenitores não possuem o tempo útil para contar aquela história, para conhecer as fantasias do imaginário dos seus filhos, muitas vezes a sociedade sonega-lhes o tempo para desfrutarem das suas crianças, entrámos numa correria de euros e dólares enquanto os diálogos em família ficam adiados sine die, os solilóquios infantis repousam no silêncio dos quartos e quando os problemas surgem recorre-se aos terapeutas, aos antidepressivos, a mil e uma desculpas para remediar a ausência daqueles momentos especiais que fazem parte de qualquer infância. O reconhecimento social de pensamentos suicidas em crianças deve ser um motivo prioritário de reflexão social; afinal as crianças de hoje serão o tecido social da sociedade futura.
Enquanto crianças vivem na miséria material, outras vivem num deserto emocional é urgente que a espécie humana olhe para as suas crias com a ternura suficiente de transformar a sociedade numa alternativa afectiva.
Ooops vou continuar a instalar programas e favoritos no computador novo, porque todos os anos é preciso fazer up grades, porque processadores lentos dão-me cabo da paciência, daqui a uns anos a velocidade de processamento do CPU vai chegar aos
20 Gigas e o meu cérebro continua a lesma de sempre...hehehe.
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