quarta-feira, fevereiro 25, 2004
Quotidianos e Probabilidades
De vez em quando temos de aproveitar um break time para retemperar o humor e o self para os eventos da rotina diária, em Marte o rover Spirit tem maiores dificuldades em recarregar as baterias solares porque começou a estação de inverno no planeta vermelho, por aqui espero o fim do inverno nuns escassos dias de férias, que são sempre deliciosos porque me permitem enfiar-me por caminhos desconhecidos e pelas páginas de uns livros temporários; mas cá estou de novo como sempre chato e desnecessário embora não tenha o pêlo verde como a ursa polar Sheba e o seu filho Inuka (Singapura Zoo), que não são marcianos mas ficaram verdes devido à colonização do seu manto corporal com uma intempestiva invasão de algas, o clima húmido de Singapura tornou-os alienígenas e vedetas de ocasião (hehehe), por aqui ficam os aguaceiros e umas nuvens cinzentas a despertarem a curiosidade dos crocos.
Os pequenos dramas do quotidiano decorrem sem alarmismos dignos de nota, porque tremores de terra em Marrocos, violência no Haiti, incidentes violentos no Sri Lanka passam pelas nossas vidas como mais umas quantas notícias tristes e ainda bem que os cientistas da NASA não entraram em estado de histeria quando no dia 13 de Janeiro observaram o asteróide 2004 AS1, um objecto com cerca de 30 metros que tinha a probabilidade de 25%, de atingir a Terra e provocar uma séria devastação no local do impacto; os astrónomos Clark Chapman e David Morrison (International Astronomical Union's Working Group on Near Earth Objects) equacionaram a hipótese de fazer um telefonema para o presidente Bush, mas racionalizaram a questão e o pânico foi engolido na postura de múltiplas observações e estudos de trajectória, afinal o asteróide 2004 AS1 passou a 12 milhões de km da Terra ( uma distância semelhante a 32 vezes a distância Terra-Lua) e era um pouco maior que a estimativa inicial porque os 30 m eram na realidade aproximadamente 500 m, enfim este episódio foi real aconteceu não foi uma tramóia de ficção, os cientistas são uma espécie de zeladores do bem estar colectivo e esperemos que o sejam durante os próximos milénios para que possamos acrescentar mais uns episódios reais à saga da Humanidade!
Meowwwwwwwww
Os pequenos dramas do quotidiano decorrem sem alarmismos dignos de nota, porque tremores de terra em Marrocos, violência no Haiti, incidentes violentos no Sri Lanka passam pelas nossas vidas como mais umas quantas notícias tristes e ainda bem que os cientistas da NASA não entraram em estado de histeria quando no dia 13 de Janeiro observaram o asteróide 2004 AS1, um objecto com cerca de 30 metros que tinha a probabilidade de 25%, de atingir a Terra e provocar uma séria devastação no local do impacto; os astrónomos Clark Chapman e David Morrison (International Astronomical Union's Working Group on Near Earth Objects) equacionaram a hipótese de fazer um telefonema para o presidente Bush, mas racionalizaram a questão e o pânico foi engolido na postura de múltiplas observações e estudos de trajectória, afinal o asteróide 2004 AS1 passou a 12 milhões de km da Terra ( uma distância semelhante a 32 vezes a distância Terra-Lua) e era um pouco maior que a estimativa inicial porque os 30 m eram na realidade aproximadamente 500 m, enfim este episódio foi real aconteceu não foi uma tramóia de ficção, os cientistas são uma espécie de zeladores do bem estar colectivo e esperemos que o sejam durante os próximos milénios para que possamos acrescentar mais uns episódios reais à saga da Humanidade!
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