segunda-feira, junho 28, 2004
Prioridades e decisões
Vivemos imersos num oceano de continuidades; somos o somatório dos incrementos diários. O passado é um arquétipo que absorve todos os erros, todas as ilusões, todas as experiências. Usa-se a memória para fantasiar o passado e os factos históricos são assinados pelo savoir faire dos estilistas da história viva. As sementes da violência continuam na terra sofrida do Iraque e a soberania tão desejada foi conseguida sem alaridos mediáticos, mas o futuro não vai ser fácil para um povo habituado à ditadura, à guerra, ao terrorismo é preciso magia e um pouco mais de boa vontade entre os povos.
O presente deve ter em aberto várias probabilidades de mudança e algumas variáveis de momentos de glória; o futuro faz-se a cada momento, a vontade do ser e do estar pode tornar o passado obsoleto.
O corpo do tempo é invisível mas a sua sombra envolve-nos e um dia a evolução fará de nós um argumento do esquecimento.
O Sr. Durão Barroso (primeiro-ministro desta república quase oceânica) será o Presidente da Comissão Europeia e a agitação na capoeira dos políticos faz saltar de alegria alguns galináceos de ocasião. Enfim vivemos a vida a equacionar prioridades e tentamos subir degraus na escada íngreme da ambição, mas o que importa é um sorriso escancarado no coração!
O presente deve ter em aberto várias probabilidades de mudança e algumas variáveis de momentos de glória; o futuro faz-se a cada momento, a vontade do ser e do estar pode tornar o passado obsoleto.
O corpo do tempo é invisível mas a sua sombra envolve-nos e um dia a evolução fará de nós um argumento do esquecimento.
O Sr. Durão Barroso (primeiro-ministro desta república quase oceânica) será o Presidente da Comissão Europeia e a agitação na capoeira dos políticos faz saltar de alegria alguns galináceos de ocasião. Enfim vivemos a vida a equacionar prioridades e tentamos subir degraus na escada íngreme da ambição, mas o que importa é um sorriso escancarado no coração!
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